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O atendimento pré-hospitalar em situações de emergência traumática exige do profissional conhecimento técnico, capacidade de avaliação e segurança na tomada de decisões. Cada ocorrência pode apresentar diferentes mecanismos de trauma e múltiplas lesões associadas, tornando fundamental uma abordagem organizada e criteriosa desde a avaliação inicial da cena até o encaminhamento da vítima. O manual “Tópicos Introdutórios: Emergências Traumáticas”, elaborado pelo Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina, foi desenvolvido para ampliar os conhecimentos dos bombeiros envolvidos no atendimento pré-hospitalar, apresentando conceitos e procedimentos relacionados às principais emergências traumáticas. Ao longo da publicação são abordados temas como traumatismo cranioencefálico, alterações neurológicas, trauma raquimedular, trauma torácico, lesões abdominais e pélvicas, lesões musculoesqueléticas, queimaduras e afogamento, além das respectivas formas de avaliação e manejo inicial. O conteúdo também destaca a importância de avaliar a cena, identificar riscos, reconhecer lesões associadas e aplicar técnicas adequadas de atendimento, sempre considerando a segurança do socorrista e da vítima. Dessa forma, o material constitui uma importante referência de estudo para compreender os fundamentos do atendimento às emergências traumáticas e aprimorar a preparação para situações reais de salvamento e resgate.

⚠️ ATENÇÃO! 
A modificação e adaptação gráfica da capa deste manual foram realizadas pelo CESBOM, a quem são reservados os direitos referentes à sua elaboração e edição gráfica. A imagem da capa apresentada neste site destina-se exclusivamente à visualização e identificação do material.

O presente manual foi elaborado com o objetivo de fornecer diretrizes claras, humanizadas e eficazes para o atendimento a situações de tentativas de suicídio, uma realidade que desafia diariamente os militares do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (e claro, de qualquer instituição que atue nesse caso). Além da urgência médica, esse tipo de atendimento demanda sensibilidade, empatia e preparo emocional para lidar com o sofrimento humano em sua forma mais delicada. Este livro reflete o compromisso institucional, e anseios individuais, com a preservação da vida e a promoção do bem-estar, integrando conhecimentos técnicos, protocolos atualizados e orientações psicológicas essenciais para a atuação dos bombeiros em campo. Esperamos que este manual sirva como uma ferramenta fundamental para capacitar nossos profissionais, fortalecendo sua confiança e competência ao enfrentar essas situações críticas. Nesse sentido, o presente Manual visa apresentar um sistema padronizado de procedimentos a serem realizados pelo CBMDF em acordo com a nova tendência de atendimento a tentativas de suicídio de forma técnica, humanizada e alinhada aos preceitos de segurança para as equipes envolvidas na ocorrência.

A tentativa de suicídio como uma possível ocorrência no dia a dia de um bombeiro militar traz à tona uma reflexão que ultrapassa a missão corporativa. Não é difícil imaginar tudo que envolve uma situação limite, na qual a vítima, como última solução, tenta tirar a própria vida. Mais que o preparo profissional, os bombeiros militares devem estar preparados mentalmente para vencer a batalha mais difícil que possam travar a dissuasão da ideação suicida. Os bombeiros militares do CBMDF buscaram capacitações externas desde o ano de 2018. E continuam a buscar. Diante da urgência que o tema requer, após um longo período de adequação doutrinária e estudos internos, a Corporação, por meio do Grupamento de Busca e Salvamento, reuniu esforços e fomentou seu curso de especialização que prepara os bombeiros militares e profissionais da segurança pública para atuarem de forma humanizada diante de tentativas de suicídio. O Curso de Atendimento a Tentativas de Suicídio teve início com a primeira turma formada no ano de 2022. 

Desde então, o CBMDF se tornou referência no assunto para todos que compreendem a sensibilidade do fenômeno do suicídio e o quão limítrofe é a atuação dos respondedores às ocorrências que envolvem atendimento a tentativas de suicídio. A valorização da vida é a base de nossa missão, e é com respeito, cuidado e profissionalismo que enfrentamos esse desafio. Que este manual inspire e apoie cada bombeiro (que se já não for, seja um futuro interventor) a agir com coragem e humanidade, contribuindo para salvar vidas e oferecer esperança.

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A modificação e adaptação gráfica da capa deste manual foram realizadas pelo CESBOM, a quem são reservados os direitos referentes à sua elaboração e edição gráfica. A imagem da capa apresentada neste site destina-se exclusivamente à visualização e identificação do material.

No início do século XXI, adentrando por um novo milênio, o Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo vem confirmar sua vocação de bem servir, por meio da busca incessante do conhecimento e das técnicas mais modernas e atualizadas empregadas nos serviços de bombeiros nos vários países do mundo. As atividades de bombeiros sempre se notabilizaram por oferecer uma diversificada gama de variáveis, tanto no que diz respeito à natureza singular de cada uma das ocorrências que desafiam diariamente a habilidade e competência dos nossos profissionais, como relativamente aos avanços dos equipamentos e materiais especializados empregados nos atendimentos. Nosso Corpo de Bombeiros, bem por isso, jamais descuidou de contemplar a preocupação com um dos elementos básicos e fundamentais para a existência dos serviços, qual seja: o homem preparado, instruído e treinado. Objetivando consolidar os conhecimentos técnicos de bombeiros, reunindo, dessa forma, um espectro bastante amplo de informações que se encontravam esparsas, o Comando do Corpo de Bombeiros determinou ao Departamento de Operações, a tarefa de gerenciar o desenvolvimento e a elaboração dos novos Manuais Técnicos de Bombeiros. Assim, todos os antigos manuais foram atualizados, novos temas foram pesquisados e desenvolvidos. Mais de 400 Oficiais e Praças do Corpo de Bombeiros, distribuídos e organizados em comissões, trabalharam na elaboração dos novos Manuais Técnicos de Bombeiros - MTB e deram sua contribuição dentro das respectivas especialidades, o que resultou em 48 títulos, todos ricos em informações e com excelente qualidade de sistematização das matérias abordadas.

Na verdade, os Manuais Técnicos de Bombeiros passaram a ser contemplados na continuação de outro exaustivo mister que foi a elaboração e compilação das Normas do Sistema Operacional de Bombeiros (NORSOB), num grande esforço no sentido de evitar a perpetuação da transmissão da cultura operacional apenas pela forma verbal, registrando e consolidando esse conhecimento em compêndios atualizados, de fácil acesso e consulta, de forma a permitir e facilitar a padronização e aperfeiçoamento dos procedimentos.

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A atuação dos bombeiros em ocorrências envolvendo matérias perigosas exige conhecimento técnico, preparação e rigor na avaliação dos riscos. A presença dessas substâncias em indústrias, armazéns, habitações e veículos de transporte faz com que qualquer equipe de emergência possa ser confrontada com situações capazes de ameaçar pessoas, patrimônio e meio ambiente. Matérias perigosas são substâncias que, devido às suas características ou propriedades, podem causar danos à saúde humana, aos animais ou ao ambiente. Seus riscos podem estar relacionados a derramamentos, vazamentos, emissões, incêndios e à formação de atmosferas tóxicas ou explosivas. Por isso, o reconhecimento e a identificação do produto envolvido constituem etapas fundamentais antes da intervenção. Placas, etiquetas, recipientes, documentos, equipamentos de detecção e outras informações disponíveis no local podem auxiliar nesse processo. Outro aspecto essencial é a tomada de decisão. Quando não existem meios humanos, treinamento ou equipamentos adequados para determinada ocorrência, a segurança deve prevalecer, podendo ser necessária a adoção de uma atitude defensiva, com isolamento e evacuação da área.

Assim, o conhecimento sobre matérias perigosas é indispensável para que o bombeiro compreenda os riscos presentes, reconheça corretamente a ocorrência e contribua para uma resposta mais segura e organizada. A identificação adequada dos produtos envolvidos constitui uma das principais bases para a definição das estratégias e táticas de intervenção.

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O Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás tem experimentado nos últimos anos um grande avanço em todas as áreas, destacando-se aqui a parte operacional, motivo pelo qual todo planejamento estratégico da instituição converge a isso, visto que a qualidade no atendimento ao público é a prioridade da Corporação. Para termos unidade em nossas ações, a padronização de procedimentos é de vital importância para obtenção de elementos que nos canalize à melhoria deste processo referente ao atendimento externo. Nessa senda, o CBMGO tem investido no ensino para formar uma tropa com conhecimento elevado no que tange aos procedimentos operacionais mais atuais praticados pelas instituições de ponta do Brasil e do mundo, pois acreditamos que uma excelente formação profissional ampliará a capacidade e a qualidade do atendimento ao público. Além disso, o avanço na instrução de Bombeiros Militares perpassa pela política do Governo do Estado de Goiás no que ser refere à qualificação do servidor público. A estatística do número de ocorrências de resgate de 2010 a 2016 é superior a 470.000 atendimentos realizados pelo CBMGO, o que reforça a necessidade de investimentos realizados na área, pois somente com treinamento, repetição e trabalho em equipe poderemos melhorar ainda mais a qualificação de nossos militares nesta especialidade. A finalidade deste manual de resgate pré-hospitalar é de levar o conhecimento mais atual praticado na área de resgate a todos que desejarem desfrutar desta leitura. Com a publicação deste manual temos a certeza que essa jovem e vibrante 

Corporação encontra-se no caminho correto para tornar-se eficiente e eficaz, pois o planejamento estratégico adotado para os próximos anos dará a sustentabilidade necessária a um crescimento ordenado de todos os setores e em especial ao ensino, tão vital na construção de uma instituição melhor para todos nós.

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Com pouco mais de 10 anos de existência o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência - SAMU 192 se anuncia como mais uma potente instituição do SUS, capaz de ligar todos os pontos de atenção da Rede de Urgência. Suas  Centrais de Regulação, distribuídas no território nacional, disponibilizam acolhimento e resposta às solicitações de atendimento de mais de 75% da população. Só em 2014, a previsão é que 13,6 milhões de solicitações de atendimento cheguem às Centrais de Regulação das Urgências e a resposta às necessidades desses cidadãos será realizada por mais de 55 mil profissionais de saúde que atuam no SAMU 192. Para isso, esses profissionais contam com  unidades de suporte básico, unidades de suporte avançado, motolâncias, ambulanchas e  unidades aeromédicas habilitadas e disponíveis. Esses profissionais exercitam diariamente uma luta em favor da saúde dos cidadãos e enfrentam toda a sorte de urgências, do parto à parada cardiorrespiratória, da crise convulsiva ao politraumatizado, da intoxicação à queimadura, da dor no peito à hipoglicemia e muito mais. 

É um verdadeiro desafio diário na busca por uma oferta de ações de saúde de qualidade. Diante dessa variabilidade e imprevisibilidade, para uma resposta pronta, eficaz e no momento oportuno, esses profissionais precisam muito mais do que ambulâncias, materiais e equipamentos. A boa estruturação, uma gestão efi ciente, educação permanente e ferramentas modernas de condução das ações e de apoio à tomada de decisão, podem auxiliar muito. O Ministério da Saúde tem efetivado ações que buscam o desenvolvimento institucional do SUS com intervenções tecnológicas, gerenciais e de capacitação por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS (PROADI-SUS) com a ajuda de importantes parceiros. Para o SAMU e a Rede de Urgência, dentre as várias ações de impacto que estão sendo desenvolvidas destacam-se a Capacitação Nacional dos Profissionais do SUS que já alcançou mais de 15 mil profissionais do SAMU e a elaboração dos “Protocolos de Intervenção para o SAMU 192”. Essas ações se complementam e preparam o caminho necessário para a disponibilização da melhor prática e consequentemente do alcance de melhores resultados de saúde. A elaboração de protocolos clínicos é internacionalmente reconhecida como uma ação efetiva para a melhoria de processos assistenciais e de gestão em saúde. Diante da forte presença do SAMU em todo o país, tais protocolos se concretizam como uma importante ação para o aprimoramento da qualidade da assistência prestada e com potencial impacto sobre toda a Rede de Atenção às Urgências e seus resultados. 

Nesse momento importante da evolução do SUS, apresento o 1º grupo de Protocolos Nacionais de Intervenção para o SAMU 192 para as modalidades de Suporte Avançado e Suporte Básico lançado pelo Ministério da Saúde em parceria com o Hospital Alemão Oswaldo Cruz por meio do PROADI. São temas relevantes que foram selecionados por seu impacto na morbimortalidade, sua frequência como motivo de solicitação ou sua importância para a estruturação dos serviços ou da Rede. O 2º Grupo de protocolos já está em desenvolvimento e seu lançamento, para complementação do material ora lançado, está previsto para o início de 2015. Os Protocolos Nacionais de Intervenção para o SAMU 192 foram construídos a partir da análise de experiências nacionais e internacionais de desenvolvimento de protocolos, da análise da legislação brasileira que rege o exercício profissional das diferentes categorias envolvidas no cuidado e sua base fundamental foi composta pela literatura científica mais recente sobre cada tema.

Os primeiros socorros são ações iniciais e imediatas prestadas a uma vítima de acidente ou mal súbito, antes da chegada de ajuda especializada. No Brasil, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) é o principal órgão responsável por oferecer suporte emergencial pré-hospitalar à população. Para leigos pessoas sem formação na área da saúde conhecer noções básicas de primeiros socorros é fundamental, pois atitudes simples e corretas podem salvar vidas, minimizar sequelas e garantir maior segurança até a chegada da equipe profissional. Este conhecimento é especialmente importante em situações comuns do cotidiano, como quedas, cortes, engasgos, desmaios e paradas cardiorrespiratórias. Aprender a agir com calma, segurança e responsabilidade, além de saber acionar corretamente o SAMU, são passos essenciais para qualquer cidadão que deseja estar preparado para ajudar em emergências.



Esta publicação com os “Destaques das Diretrizes” resume  os principais pontos de discussão e alterações feitas na  Atualização das Diretrizes de 2015 da American Heart  Association (AHA) para Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP)  e Atendimento Cardiovascular de Emergência (ACE). Ela  foi desenvolvida para que os profissionais que executam  a ressuscitação e os instrutores da AHA possam focar na ciência da ressuscitação e nas recomendações MAIS importantes das diretrizes, ou controversas ou que resultem  em mudanças na prática ou treinamento da ressuscitação.  Além disso, explica o raciocínio adotado nas recomendações. Como esta publicação foi concebida como um resumo, ela não menciona os estudos de referência publicados e não informa Classes de Recomendações ou Níveis de Evidência. 

Para obter informações e referências mais detalhadas, incentivam se a leitura da Atualização das Diretrizes da AHA 2015 para RCP e ACE, inclusive o Resumo Executivo1, publicado na Circulation em outubro de 2015, e a consulta ao resumo detalhado da ciência da ressuscitação no Consenso Científico Internacional de 2015 sobre RCP e ACE, com recomendações de tratamento, publicado, simultaneamente, na Circulation2  e na Resuscitation.3 A Atualização das Diretrizes da AHA 2015 para RCP e ACE se baseia em um processo internacional de avaliação de evidências que envolveu 250 revisores de 39 países. O processo da revisão sistemática de 2015 do International Liaison Committee on Resuscitation (ILCOR) foi bastante diferente quando comparado com o processo utilizado em 2010. No processo de revisão sistemática de 2015, as forças-tarefa do ILCOR priorizaram tópicos para revisão, selecionando aqueles em que havia novos conhecimentos e controvérsias suficientes para suscitar uma revisão sistemática. Em consequência dessa priorização, foram realizadas menos revisões em 2015 (166) do que em 2010 (274).

Desde os primórdios do atendimento de urgência na cidade de São Paulo, em 1951, quando se deram os primeiros passos rumo à institucionalização de um sistema eficaz de socorro pré-hospitalar, muitos profissionais dedicados têm desempenhado um papel essencial na construção e no aprimoramento dos protocolos que hoje orientam o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). Esta trajetória não foi simples nem breve ela representa décadas de experiência acumulada, lições aprendidas nas ruas da maior metrópole do Brasil, avanços científicos e tecnológicos incorporados à prática cotidiana, e, acima de tudo, o compromisso inabalável de médicos, enfermeiros, condutores socorristas, técnicos, gestores e demais trabalhadores que, com coragem e responsabilidade, enfrentaram os desafios diários da emergência médica.

Estes protocolos, ora apresentados em sua versão atualizada, são frutos diretos desse longo percurso de dedicação coletiva. Foram moldados tanto por dados clínicos e evidências científicas quanto pelo olhar humano e sensível de quem conhece, na prática, as realidades do atendimento fora do ambiente hospitalar. São Paulo, sendo um centro urbano de complexidades sociais e logísticas únicas, exigiu soluções igualmente complexas e inovadoras. Assim, os protocolos aqui reunidos refletem não apenas normas técnicas, mas também uma profunda compreensão da urgência como fenômeno social, médico e ético.

Cada linha deste documento carrega consigo o esforço anônimo de centenas de profissionais que, ao longo das décadas, contribuíram com sugestões, revisões, relatos de caso, observações do cotidiano e reflexões técnicas. São homens e mulheres que atuaram em diferentes épocas, sob diferentes gestões e realidades, mas com um único propósito: garantir à população um atendimento de urgência ágil, seguro e humanizado.

É, portanto, com profundo reconhecimento que destacamos que a construção destes protocolos só foi possível graças ao empenho daqueles que integraram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência da cidade de São Paulo desde sua gênese, em 1951, até os dias atuais. A eles, nossa sincera homenagem. Que este material, ao mesmo tempo técnico e histórico, sirva como instrumento de orientação profissional e também como símbolo da memória e da valorização de todos que fizeram e fazem parte dessa história.

No início do século XXI, adentrando por um novo milênio, o Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo vem confirmar sua vocação de bem servir, por meio da busca incessante do conhecimento e das técnicas mais modernas e atualizadas empregadas nos serviços de bombeiros nos vários países do mundo.

As atividades de bombeiros sempre se notabilizaram por oferecer uma diversificada gama de variáveis, tanto no que diz respeito à natureza singular de cada uma das ocorrências que desafiam diariamente a habilidade e competência dos nossos profissionais, como relativamente aos avanços dos equipamentos e materiais especializados empregados nos atendimentos.

Nosso Corpo de Bombeiros, bem por isso, jamais descuidou de contemplar a preocupação com um dos elementos básicos e fundamentais para a existência dos serviços, qual seja: o homem preparado, instruído e treinado.

Objetivando consolidar os conhecimentos técnicos de bombeiros, reunindo, dessa forma, um espectro bastante amplo de informações que se encontravam esparsas, o Comando do Corpo de Bombeiros determinou ao Departamento de Operações, a tarefa de gerenciar o desenvolvimento e a elaboração dos novos Manuais Técnicos de Bombeiros. Assim, todos os antigos manuais foram atualizados, novos temas foram pesquisados e desenvolvidos. 

Mais de 400 Oficiais e Praças do Corpo de Bombeiros, distribuídos e organizados em comissões, trabalharam na elaboração dos novos Manuais Técnicos de Bombeiros - MTB e deram sua contribuição dentro das respectivas especialidades, o que resultou em 48 títulos, todos ricos em informações e com excelente qualidade de sistematização das matérias abordadas.

Na verdade, os Manuais Técnicos de Bombeiros passaram a ser contemplados na continuação de outro exaustivo mister que foi a elaboração e compilação das Normas do Sistema Operacional de Bombeiros (NORSOB), num grande esforço no sentido de evitar a perpetuação da transmissão da cultura operacional apenas pela forma verbal, registrando e consolidando esse conhecimento em compêndios atualizados, de fácil acesso e consulta, de forma a permitir e facilitar a padronização e aperfeiçoamento dos procedimentos.

No início do século XXI, adentrando por um novo milênio, o Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo vem confirmar sua vocação de bem servir, por meio da busca incessante do conhecimento e das técnicas mais modernas e atualizadas empregadas nos serviços de bombeiros nos vários países do mundo.

As atividades de bombeiros sempre se notabilizaram por oferecer uma diversificada gama de variáveis, tanto no que diz respeito à natureza singular de cada uma das ocorrências que desafiam diariamente a habilidade e competência dos nossos profissionais, como relativamente aos avanços dos equipamentos e materiais especializados empregados nos atendimentos.

Nosso Corpo de Bombeiros, bem por isso, jamais descuidou de contemplar a preocupação com um dos elementos básicos e fundamentais para a existência dos serviços, qual seja: o homem preparado, instruído e treinado.

Objetivando consolidar os conhecimentos técnicos de bombeiros, reunindo, dessa forma, um espectro bastante amplo de informações que se encontravam esparsas, o Comando do Corpo de Bombeiros determinou ao Departamento de Operações, a tarefa de gerenciar o desenvolvimento e a elaboração dos novos Manuais Técnicos de Bombeiros. Assim, todos os antigos manuais foram atualizados, novos temas foram pesquisados e desenvolvidos. 

Mais de 400 Oficiais e Praças do Corpo de Bombeiros, distribuídos e organizados em comissões, trabalharam na elaboração dos novos Manuais Técnicos de Bombeiros - MTB e deram sua contribuição dentro das respectivas especialidades, o que resultou em 48 títulos, todos ricos em informações e com excelente qualidade de sistematização das matérias abordadas.

Na verdade, os Manuais Técnicos de Bombeiros passaram a ser contemplados na continuação de outro exaustivo mister que foi a elaboração e compilação das Normas do Sistema Operacional de Bombeiros (NORSOB), num grande esforço no sentido de evitar a perpetuação da transmissão da cultura operacional apenas pela forma verbal, registrando e consolidando esse conhecimento em compêndios atualizados, de fácil acesso e consulta, de forma a permitir e facilitar a padronização e aperfeiçoamento dos procedimentos.

No início do século XXI, adentrando por um novo milênio, o Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo vem confirmar sua vocação de bem servir, por meio da busca incessante do conhecimento e das técnicas mais modernas e atualizadas empregadas nos serviços de bombeiros nos vários países do mundo.

As atividades de bombeiros sempre se notabilizaram por oferecer uma diversificada gama de variáveis, tanto no que diz respeito à natureza singular de cada uma das ocorrências que desafiam diariamente a habilidade e competência dos nossos profissionais, como relativamente aos avanços dos equipamentos e materiais especializados empregados nos atendimentos.

Nosso Corpo de Bombeiros, bem por isso, jamais descuidou de contemplar a preocupação com um dos elementos básicos e fundamentais para a existência dos serviços, qual seja: o homem preparado, instruído e treinado.

Objetivando consolidar os conhecimentos técnicos de bombeiros, reunindo, dessa forma, um espectro bastante amplo de informações que se encontravam esparsas, o Comando do Corpo de Bombeiros determinou ao Departamento de Operações, a tarefa de gerenciar o desenvolvimento e a elaboração dos novos Manuais Técnicos de Bombeiros. Assim, todos os antigos manuais foram atualizados, novos temas foram pesquisados e desenvolvidos. 

Mais de 400 Oficiais e Praças do Corpo de Bombeiros, distribuídos e organizados em comissões, trabalharam na elaboração dos novos Manuais Técnicos de Bombeiros - MTB e deram sua contribuição dentro das respectivas especialidades, o que resultou em 48 títulos, todos ricos em informações e com excelente qualidade de sistematização das matérias abordadas.

Na verdade, os Manuais Técnicos de Bombeiros passaram a ser contemplados na continuação de outro exaustivo mister que foi a elaboração e compilação das Normas do Sistema Operacional de Bombeiros (NORSOB), num grande esforço no sentido de evitar a perpetuação da transmissão da cultura operacional apenas pela forma verbal, registrando e consolidando esse conhecimento em compêndios atualizados, de fácil acesso e consulta, de forma a permitir e facilitar a padronização e aperfeiçoamento dos procedimentos.

No início do século XXI, adentrando por um novo milênio, o Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo vem confirmar sua vocação de bem servir, por meio da busca incessante do conhecimento e das técnicas mais modernas e atualizadas empregadas nos serviços de bombeiros nos vários países do mundo.

As atividades de bombeiros sempre se notabilizaram por oferecer uma diversificada gama de variáveis, tanto no que diz respeito à natureza singular de cada uma das ocorrências que desafiam diariamente a habilidade e competência dos nossos profissionais, como relativamente aos avanços dos equipamentos e materiais especializados empregados nos atendimentos.

Nosso Corpo de Bombeiros, bem por isso, jamais descuidou de contemplar a preocupação com um dos elementos básicos e fundamentais para a existência dos serviços, qual seja: o homem preparado, instruído e treinado.

Objetivando consolidar os conhecimentos técnicos de bombeiros, reunindo, dessa forma, um espectro bastante amplo de informações que se encontravam esparsas, o Comando do Corpo de Bombeiros determinou ao Departamento de Operações, a tarefa de gerenciar o desenvolvimento e a elaboração dos novos Manuais Técnicos de Bombeiros. Assim, todos os antigos manuais foram atualizados, novos temas foram pesquisados e desenvolvidos. 

Mais de 400 Oficiais e Praças do Corpo de Bombeiros, distribuídos e organizados em comissões, trabalharam na elaboração dos novos Manuais Técnicos de Bombeiros - MTB e deram sua contribuição dentro das respectivas especialidades, o que resultou em 48 títulos, todos ricos em informações e com excelente qualidade de sistematização das matérias abordadas.

Na verdade, os Manuais Técnicos de Bombeiros passaram a ser contemplados na continuação de outro exaustivo mister que foi a elaboração e compilação das Normas do Sistema Operacional de Bombeiros (NORSOB), num grande esforço no sentido de evitar a perpetuação da transmissão da cultura operacional apenas pela forma verbal, registrando e consolidando esse conhecimento em compêndios atualizados, de fácil acesso e consulta, de forma a permitir e facilitar a padronização e aperfeiçoamento dos procedimentos.

O Protocolo para o Suporte Básico de Vida do CBMGO é um ato normatizador, constituindo um conjunto de ações a serem desenvolvidas pelas equipes de Resgate, tendo como objetivo melhorar a qualidade e agilizar a operacionalização do serviço prestado a nossa comunidade. As condutas estabelecidas foram atualizadas com base em doutrinas amparadas por estudos científicos de diversas instituições renomadas, descritas nas referências bibliográficas deste protocolo. O conceito de “período de ouro”, foi amplante explorado, priorizando sempre a avaliação e o transporte rápido, sem prejudicar a segurança e a manutenção dos sinais vitais da vítima. O protocolo é um conjunto de regras e procedimentos que devem ser respeitados e registrados em relatório próprio, para amparar as ações de nossos Socorristas, sendo obrigatório sua aplicação no âmbito de nossa instituição.

O presente trabalho visa o aprimoramento técnico profissional dos bombeiros goianos na área de pronto socorrismo. Buscando um padrão de atendimento no âmbito estadual, fortalecendo o serviço hoje prestado à comunidade e principalmente criando um padrão de atendimento dentro do Corpo de Bombeiros. Desta forma esperamos estar contribuindo para a criação de uma doutrina dentro da Corporação. Este trabalho foi embasado e aprovado para aplicação nas ocorrências de resgate realizadas pelo CBMGO. Todos os direitos deste trabalho foram cedidos gentilmente pelos autores ao Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás.

O acidente é entendido como um acontecimento não intencional e evitável, podendo ser causador de lesões físicas e ou emocionais de maior ou menor intensidade. A morbidade e a mortalidade por causas externas vêm aumentando em ritmo acelerado nos registros dos Sistemas de Saúde do Brasil, determinando uma nova realidade epidemiológica que demanda a necessidade urgente de adequação dos Serviços de Atendimento ao Cidadão, em todas as faixas e em qualquer classe social.

As ações dirigidas para a revisão desse quadro, concentram-se na prevenção, na educação continuada, no atendimento pré-hospitalar, hospitalar e na reabilitação. Essas iniciativas, buscam diminuir o número de acidentados, a intensidade do trauma, a gravidade das lesões e as sequelas. Protocolos de Atendimento Pré-Hospitalar como este, têm como objetivo melhorar a qualidade e agilizar a operacionalização do serviço. Resgatar vidas com segurança é, antes de tudo, estudo de situações, certeza da decisão a ser tomada. A “hora de ouro”, realmente tem muito valor. O desenvolvimento inteligente de cidades, estradas, condutas sociais saudáveis, formação e qualificação de profissionais para atender à população, somente trarão benefícios a todos.

Com o objetivo maior da contínua capacitação visando ampliar os conhecimentos técnicos dos Bombeiros Militares que atuam como socorristas no atendimento préhospitalar ao trauma no Estado do Paraná. Esperamos que estes conhecimentos sejam de extrema valia para o resgate e salvamentos de vidas. Este manual é resultado da revisão do Manual de Atendimento Pré-Hospitalar do SIATE/PR de autoria da Dr. Vera Lúcia de Oliveira e Silva e colaboradores, editado em 1995 pela Imprensa Oficial do Estado do Paraná, este baseado na tradução do conjunto de apostilas produzido pela “Division of Vocational Educations, State Department of Education, Columbus, Ohio, USA”.

Todo trabalho traz em si a sua história, em cada parte dele sempre existirá aquele primeiro entusiasmo da iniciativa, um singelo início que pede para chegar aos confins mais altos das nossas expectativas, do resultado que ansiamos com esforço, dedicação e persistência, marcados no árduo, porém prazeroso, caminho da construção de um projeto. É essa a história deste livro. 

Um Manual feito a doze mãos para chegar a quiçá quantas outras mãos e, principalmente, consciências. A idéia de reunir e padronizar os procedimentos a serem tomados no atendimento pré-hospitalar já existe há tempos em nossa Corporação e, felizmente, tornou-se uma realidade quando uma equipe do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal iniciou um extenso trabalho de pesquisa, apoiado pela busca da atualização de materiais já existentes, aliados às fontes da doutrina médica contemporânea, de modo a viabilizar um Manual que atendesse às exigências de um curso de especialização em atendimento e resgate e que fosse, principalmente, passível de uma consulta prática e de um entendimento objetivo. 

Dedicamos este livro, sobretudo, aos socorristas. É na situação de emergência que os socorristas possuem a maior oportunidade de atenuar o sofrimento humano, seja no local do acidente, ou quando alguém fica debilitado subitamente. Com treinamento, experiência e materiais adequados, o socorrista é a pessoa mais valiosa fora do hospital, capaz de administrar, com eficiência, os cuidados básicos, evitando ou diminuindo as complicações que poderiam prolongar a recuperação ou resultar em maior incapacidade para o paciente.